quinta-feira, 18 de setembro de 2008

importante sobre malharia

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INFORMAR É BÁSICO. ESTAR INFORMADO É ESSENCIAL.
A cada dia a indústria têxtil, no segmento vestuário, desenvolve, cria, modifica e aprimora fibras naturais ou sintéticas que possibilitam a criação de novos produtos e conceitos. O objetivo é proporcionar maior conforto ao consumidor.
A - B - C - D - E - F - G - I - J - L - M - N - O - P - Q - R - S - T - U - V
Para ajudá-lo(a) a compreender um pouco estes novos termos e conceitos criamos o Glossário da Moda com algumas explicações simples e básicas para entender estes conceitos.
AACRÍLICO:
fibra artificial sintética, a produção para fins comerciais se iniciou em 1.950, nos EUA. Características: leve, macio e quente, para o inverno ou frio, macio, semelhante ao algodão e fresco para o verão, apresenta brilho quando tingido com excelente solidez.
ALGODÃO/COTTON: o algodão constitui uma das principais fibras têxteis de produção, com comercialização e uso em larga escala mundial. No Brasil, é a principal fibra têxtil, tendo suas fontes de produção localizada nas regiões Nordeste, Sul e Centro-Oeste do país. As principais características para a produção de fios de algodão de boa qualidade são: o comprimento da fibra, e a resistência da fibra.
ALONGAMENTO DO FIO: a capacidade de alongamento do fio OPEN END é maior, importante para a malharia, mas problemático ao acabamento, pois malhas com fios OPEN END tendem a ficar mais largas e necessitam de regulagens especiais.
ANEL, PROCESSO EM: no sistema Anel, podemos ter fios com torção no sentido direito (Z), ou no sentido esquerdo (S). Neste sistema a torção é realizada de fora da fibra para dentro, o que resulta em um fio mais macio tanto no núcleo, como na sua superfície.
APLIQUE, BORDADO COM: a máquina de bordar sustenta 15 cabeçotes que podem produzir vários tipos de bordados, um modelo é aquele que possui o aplique. Este aplique, já na forma do desenho e tecido, pode ser de vários tecidos, como o feltro, por exemplo. O aplique é posto manualmente depois é preso pelo bordado feito em cima ou ao redor do aplique.
BBÁSICO: estilo de vestir. Representa também a linguagem dos tecidos e peças clássicas e comuns nas coleções dos produtores de tecidos e confecções.
BODY: (em inglês) corpo.
BODY-SUIT: roupa colante, ajustada, que desenha o corpo, ressaltando sensualmente os contornos.
BOTTOM: parte inferior. Saia, calça, bermuda, shorts, etc.
BOUCLÈ: do adjetivo francês bouclè (que forma um anel). É um fio retorcido onde aparecem laçadas e nós, resultando uma textura crespa.
BRIM: tecido grosso, empregado em diversos artigos, inclusive roupas profissionais, calças, jaquetas, etc.
BUSTIER: que cobre o busto, pode ser curto como um sutiã ou comprido como espartilho.
CCALADO: expressão usada para referir-se às peças de tricô, que descreve o acabamento sem costura (sem emenda), quando a peça sai praticamente pronta da máquina.
CANELADO: possibilita um ajuste perfeito ao corpo, dando liberdade aos movimentos. O ponto de malharia em canelado combina elasticidade e alongamento, proporcionando um bom stretch. Sua textura agrega um visual básico e moderno.
CARDADO, FIO: o fio cardado devido a não passar pela penteadeira, possui mais fibras curtas, o que propicia uma maior formação de pilling (bolinhas no tecido) e neps (defeito na regularidade do fio). A aparência também é prejudicada, pois o mesmo possui uma maior irregularidade.
CARDIGAN: casaco ou sweater tricotado, geralmente de lã, sem gola Com ou sem mangas. CARGO / UTILITY / CARPENTER: são modelos baseado nos estilos dos uniformes de serviço e utilitários. Com base em modelagens amplas e confortáveis dando um efeito de roupa casual. CASUAL: é o esportivo, básico, descompromissado, descontraído, ocasional.
COTTON/ALGODÃO: o algodão constitui uma das principais fibras têxteis de produção, com comercialização e uso em larga escala mundial. No Brasil, é a principal fibra têxtil, tendo suas fontes de produção localizada nas regiões Nordeste, Sul e Centro-Oeste do país. As principais características para a produção de fios de algodão de boa qualidade são: o comprimento da fibra, e a resistência da fibra.
DDÉLAVÉ, PROCESSO: lavagem estonada com aplicação de clareamento e alvejante químico, deixando o tecido com um visual mais macio que o simples estonado.
DESGASTE LOCALIZADO, PROCESSO DE: são acabamentos feitos peça a peça, com difícil reprodutibilidade entre as peças e efeitos diversos. Existem vários efeitos que se pode obter: o Used (uso de pistola para clarear uma parte determinada), o Lixado (processo manual de abrasão com lixa na peça bruta para desgastar o tecido em um local específico), o Detonado (efeitos com uso de esmeril dando picotes na peça antes de lavar revelando, depois de lavado, marcas localizadas) e o Bigode (que dá um efeito imitando as marcações de tanque, feitas manualmente com uso de gabaritos e lixadas com retífica manual).
DESTROYED, PROCESSO: lavagem parecida com a estonagem, porém utiliza mais enzimas que corroem a fibra levemente, deixando um aspecto meio "destruído" justificando assim a palavra destroyed, que no Inglês significa "destruído".
DICRON: é uma malha stretch, elaborada com microfibra e elastano que garantem a maciez e a elasticidade da peça. O diferencial deste produto é o brilho discreto obtido através do uso de um fio iridescente que emite pequenos pontos de luz com o movimento e a incidência da luz sobre a peça.
DRY FIT: conceito utilizado para definir o tecido feito com poliamida e elastano, ou seja, o SUPPLEX que, devido a sua estrutura e a titulagem do fio, proporciona um conforto propício para peças de esporte que exigem uma alta capacidade de transpiração. A peça com o conceito Dry Fit, possui o tecido com capacidade de tirar a umidade do corpo e transporta-lo para fora do tecido. "Dry fit" significa em inglês "Caimento seco", justificando assim seu benefício. Na Cia.Hering estas malhas são a J59 e a J55.
EELASTANO, FIO (SPANDEX): fibra artificial proveniente do poliuretano, mais conhecida comercialmente como LYCRA. Provém da família das fibras químicas que possuem a maior capacidade elástica existente. Seu espichamento é altíssimo o que confere a ele a capacidade de esticar e retornar ao seu estado inicial sem danificações. A Cia.Hering utiliza a melhor lycra existente, proveniente de fornecedores como a Rhodia, por exemplo. O fio de spandex é muito utilizado em roupas que necessitem de movimentos livres (como nos artigos da linha ACTIVE WEAR) e uma alta transpiração, sendo que misturado com tecidos como o algodão, proporcionam conforto, elasticidade, boa transpiração e ótima resistência ao calor e ao frio.
ENZIME WASH: confere aspecto "envelhecido" com bom toque, consiste em uma lavagem enzimática de 60 minutos a 40º C, depois passa por um processo de amaciamento.
ESTONAGEM: processo de lavagem do artigo em tambores que levam junto, as pedras de argila, chamadas de SINASITAS. Durante a lavagem as pedras entram em atrito com o artigo deixando-o com um aspecto "batido", mais "usado". Oferece-se também o aspecto um pouco desbotado e amaciado.
FFIAÇÃO: hoje em dia existem vários tipos de processamentos para as fibras naturais e artificiais. Os fios comprados pela Cia.Hering utilizam apenas os processados em "ANEL" e os processados em "OPEN END". O processo de fabricação dos fios influencia diretamente na sua estrutura construtiva, o que fornece aos mesmos, características individuais.
FIL A FIL: tecido de construção de tela sendo os fios tintos ou seja tanto o fio da trama quanto o fio do urdume são tingidos na mesma cor dando um aspecto de tom sobre tom
FRUFRU: talvez o ornamento feminino por excelência. Forma onomatopéica de babadinhos franzidos, em geral estreitos.
FUSEAU: (do francês) calça justa e afunilada, cuja linha lembra a de um fuso. A diferença entre uma calça fuseau e uma legging é que na primeira, as pernas tem uma alça de união que fica na sola do pé, enquanto a legging tem o comprimento das pernas até a metade da parte inferior destas, nunca chegando aos tornozelos.
GGARMENT DYE: processo de tingimento para artigos confeccionados em fundo pré-tratado, cuja característica dependerá do tipo de corante e procedimento utilizado. Existem o garment dye reativo que dá um aspecto mais brilhante e solidez na cor, e o garment dye por pigmento que dá o aspecto um pouco mais envelhecido.
GARMENT WASH: processo de lavação para tecidos na cor, com finalidade e pré-encolher a peça e alguns casos melhorar o toque. As peças que sofrem este processo apresentam leves efeitos de marcação nas costuras.
GEL EM RELEVO, ESTAMPA: estampa aplicada com uma camada em relevo de gel incolor (PLASTISOL) o qual dá um aspecto plastificado e meio brilhante na estampa.
GLITTER, ESTAMPA: a malha é estampada em quadro com o glitter na cor desejada e esta estampa leva uma camada de pasta incolor que não sai na lavagem em máquina, pois a pasta incolor a protege.
GOUFRE / JACQUARD: são malhas que apresentam desenhos que são obtidos através de um selecionamento eletrônico das agulhas dos teares.
IÍNDIGO BLUE: nome do tecido utilizado universalmente para calças jeans. O nome índigo é uma alusão à planta indiana chama INDIGUS a qual continha em sua raiz um corante de coloração natural azul e na época servia de base para tingimentos nas tribos. Hoje o índigo se define como corante para calças jeans em tons de azul.
INTERLOCK, MALHA: estrutura de malha que devido ao seu entrelaçamento, proporciona ótimo caimento, toque mais firme e agradável.
JJACQUARD: complexo método de tecelagem inventado por Joseph J.M. Jacquard no anos 1801-1804. Por meio de um sistema eletrônico, que controla as agulhas de tecimento, muitas configurações podem ser obtidas resultando tecidos com "desenhos" especiais (não possíveis em teares comuns).
JEANS: denominamos jeans um estilo de confecção, caracterizado pela estrutura reforçada evidenciando rebites e costuras duplas, por exemplo.
JOGGING: do inglês jog (correr em ríitmo de trote). Agasalho (blusa e calça) para fazer esportes (deve ser usado com tênis). Também conhecido como trainning ou abrigo.
LLÃ: fibra natural, animal, proveniente da tosquia de ovelhas e carneiros. A lã é utilizada desde a idade da pedra, sendo que evoluiu, de uma fibra grosseira na antiguidade, a uma fibra nobre, pela seleção de raças de animais produtores.
LEGGING: tipo de roupa-meia, ou estilo da meia-calça. Fruto do movimento da moda, inspirado nas roupas esportivas, o legging ultrapassou as fronteiras da academia e passou a ser utilizado com amplas camisetas ou bustiers como roupa urbana.
LINHO: fibra natural vegetal, proveniente do caule da planta de mesmo nome, é provavelmente a primeira fibra natural que foi utilizada pelo homem para usos têxteis.LYCRA ® fibra DuPont Sudamerica S/A: fibra sintética, elástica, resistente à abrasão e com excelentes propriedades de extensão e retração.
LOOK: do inglês (olhar), é o estilo, o resultado da soma de roupa, acessórios, maquiagem e cabelo, que se percebe numa única olhada. Sinônimo de visual.
MMEIA MALHA (JERSEY): estrutura mais simples de uma malha. As camisetas da linha World da Hering possuem este tecido e quando aliadas ao elastano, proporcionam ao artigo um ótimo caimento, maior durabilidade e possuem a capacidade de moldarem-se ao corpo em seus movimentos.
MELÀNGE: fio 100% algodão, onde a característica mescla é obtida no processo de fiação, com o tingimento da pluma do algodão.
MERCERIZAÇÃO: tratamento com hidróxido de sódio concentrado que é aplicado ao fio ou tecido de algodão o qual proporciona um brilho acentuado, maior afinidade com corantes, toque mais macio, maior resistência e maior encolhimento, portanto é um fio (ou tecido) que já foi extensamente beneficiado para proporcionar menos encolhimento nas próximas lavagens. O processo requer um maquinário caro e leva bastante tempo; daí a explicação de ser uma malha mais cara.
MICROFIBRA: o termo microfibra é concedido a fios sintéticos que são formados por filamentos extremamente finos. Estes filamentos podem ser 60 vezes mais finos que um fio de cabelo e 10.000 filamentos de microfibra podem pesar menos que 1 grama. Os artigos de malha produzidos com Microfibras possuem como características, o toque sedoso, vestem muito bem, encolhimento da peça extremamente baixo, alta resistência, baixo abarrotamento e bom isolamento quanto a vento e frio. As microfibras podem ser de poliéster, poliamida (nylon), acrílico ou viscose.
MICRO MODAL: fibra composta de 100% da mais pura celulose (o liocel). Micro Modal corresponde a todas exigências humanas e ecológicas e é produzida exclusivamente a partir de celulose tratada sem cloro. Micro Modal não contem concentrações de substâncias nocivas, é livre de pesticidas e não causa irritações cutâneas. Tecido de alta maciez, brilho, caimento e transpira quase 50% da umidade. Na coleção, a fibra é utilizada juntamente com o Algodão para elaborar malhas para os artigos underwear, uma vez que provoca a sensação de conforto e maciez altíssimos para um vestuário íntimo e que fica em contato constante com a pele humana.
ODAL BY LEAZING: é a marca registrada da fibra modal pela empresa Leazing. A fibra modal é ecologicamente produzida da celulose encontrada na madeira. Esta fibra possui uma ótima absorção e evaporação de umidade, é parceria ideal para misturas com outras fibras. Os tecidos de modal possuem um toque agradável, macio e proporcionam grande conforto.

MOLETOM, MALHA: estrutura de malha que tem o entrelaçamento feito de tal forma que os fios da malha, no interior, fiquem "flutuantes", ou seja, aliado a um processo de peluciagem ele oferece maior aquecimento do corpo não deixando que o calor se transporte para fora do corpo.
NNATURAIS, FIOS: os fios naturais são obtidos diretamente da natureza e os filamentos são feitos a partir de processos mecânicos de torção, limpeza e acabamento. Podem ser obtidos a partir de frutos, folhas, cascas e lenho. As principais plantas têxteis são: o Algodoeiro (fibra de algodão), a Juta (para fazer cordas), o Sisal (parecido com o linho), o Linho (caule com filamentos rígidos) e o Rami (também muito utilizado como o linho).
NYLON: é o termo aplicado para um produto de origem sintética largamente utilizado em fibras têxteis, que se caracteriza pela sua grande resistência, tenacidade, brilho e elasticidade. Foi desenvolvido nos anos 30 e hoje, Nylon é o nome dado a toda uma família de fios e fibras sintéticas, chamadas de poliamidas.
OOPEN END: o sistema OPEN END é hoje o método mais prático para a produção de fios. Este sistema tem um fluxo de máquinas reduzido, e é utilizado na sua grande maioria para aproveitar resíduos de outros sistemas de produção em específico o ANEL. Este sistema apresenta melhores resultados com fibras mais curtas do que o processo em ANEL. Devido este detalhe geralmente as fiações tem uma linha de fio ANEL e outra linha de fios OPEN END, a qual aproveita os resíduos da linha anel.
OXFORD: tecido de construção de tela sendo um fio tinto e um fio cru no entrelaçamento da trama e do urdume, deixando um aspecto na camisa de duas cores (sendo o fundo branco).
PPANAMÁ: nome fantasia para tecido em construção de tela 1 x 1 em 100% algodão.
PENTEADO, FIO: no sistema penteado o fio passa por um equipamento que se chama penteadeira. Este equipamento tem a função de retirar as fibras mais curtas (antes de se formar o fio) e impurezas como cascas, que são provenientes do algodão e não foram retirados em processos anteriores. Este processo confere um fio de qualidade superior, visto que este é mais limpo, não possui fibras curtas, e é mais resistente.Tem menos Neps, e forma menos pilling na malha acabada. Porém devido à retirada de mais fibras no processo, a perda de algodão para a produção do fio é maior, o que juntamente com a inclusão de mais um equipamento no fluxo produtivo eleva o custo de fabricação e conseqüentemente o preço do fio, sendo este o fator principal para o encarecimento do fio penteado.
PICUETA: acabamento dado a barras, decotes e punhos em artigos de malha que possui um efeito de bordado nas pontas. Esse efeito é produzido através da regulagem da máquina overlock.
PIQUE, MALHA: estrutura de malha com nome originado da França. Possui uma aparência e textura que favorecem as camisas de gola pólo. A Cia.Hering produz um pique que é considerado o melhor em termos de encolhimento no mercado.
PLANO, TECIDO: formado pelo entrelaçamento de fios perpendiculares, ou seja, os fios do comprimento (vertical-URDUME) entrelaçam-se com os fios da largura (horizontal-TRAMA), compondo o tecido.
POLIAMIDA (NYLON): a poliamida, ou nylon; nome comercial pelo qual também é muito conhecido; foi a primeira fibra sintética criada pelo homem. Tem como características a alta resistência, fácil lavagem, resiste ao amarrotamento, baixa absorção de umidade, toque agradável, e secagem rápida. Uma grande vantagem da poliamida (nylon) em relação ao poliéster é o toque mais sedoso e melhor transpiração.P
OLIÉSTER: fibra artificial sintética, obtida de processos químicos, derivada do petróleo. O poliéster é caracterizado por ter uma ótima resistência, baixo encolhimento, secagem rápida, resistente ao amarrotamento e abrasão, baixa propagação de chamas. A Cia.Hering possui a malha J53PE, a qual utiliza o fio DTEX 167 f 144 (microfibra), devido ao alto número de filamentos deste fio, ele tem um toque agradável, alta durabilidade e secagem rápida. A principal vantagem quando comparado com as microfibras de poliamida é o custo. Sua desvantagem é o processo de tingimento, o qual requer mais calor e leva mais tempo para ter a cor fixada.
POLYOCELL: o Polyocell é a mistura de três fibras naturais: Lyocel, Modal e o Poliéster. Esta fusão proporcionou um resultado perfeito, ou seja, as três fibras combinadas alcançaram os melhores índices de conforto, durabilidade, estabilidade e tudo isso com fácil manuseio.
POPELINE: tecido de construção de tela com um fio de algodão de menor qualidade que o algodão penteado mercerizado.
QQUADROS, ESTAMPARIA EM: processo em que são utilizados quadros para estampar a malha já no molde pronto. Estes quadros são cobertos por vários tipos de pigmentos, dependendo do aspecto que se quer dar. A estampa pode ser Frontal Total ou localizada e pode-se colocar para acabamento, o glitter, o gel em relevo, papel fosco, papel brilhante, silicone, puff ou vários outros tipos de efeitos de pigmentos que a Hering oferece dentro do que é mais moderno e em voga na moda.
QUALIDADE ÓTICA: expressão utilizada para referir-se a óculos que são fabricados de modo que as lentes possam ser removidas (trocadas) e as armações possam ser ajustadas, ou seja, óculos vendidos em lojas não especializadas (lojas de confecção, como é o caso da Hering) mas que tem a mesma qualidade dos óculos comercializados nas óticas.
RREATIVA, ESTAMPARIA: estampa feita com corantes reativos que oferecem um toque mais macio e melhor solidez (resistência da cor no tecido após várias lavagens).
, do que a do fio ANEL. Junto com a regularidade, são os principais fatores para se obter uma boa tecibilidade na malharia.
RETILÍNEA: máquina de malharia por urdume que produz sweater, golas de camisa Pólo, blusas, etc.. geralmente utiliza fio tinto.
RIBANA, MALHA: estrutura feita em teares de dupla frontura, ou seja, uma face da malha é diferente da outra. Estas faces podem ser trabalhadas ou lisas, proporcionam um alto alongamento e elasticidade capacitando desta maneira que o tecido se molde e acompanhe os movimentos do corpo.
ROTATIVA, ESTAMPARIA: estamparia feita em cilindros com o máximo de 6 cores. A malha, ou tecido, já são estendidos prontos para serem estampados pelo cilindro, que através de perfurações milimétricas soltam a cor para formar o desenho desejado em cima do tecido.
SSARJA: construção de ligação do tecido plano, caracterizado pelo pronunciamento da diagonal. Tecido básico e versátil apresenta um excelente caimento, um ótimo aspecto após lavagem e combina com qualquer tipo de clima. É mais utilizada por amarrotar menos do que a tela.
SEDA: fibra natural, animal. É um filamento contínuo formado pelo bicho-da-seda em um casulo. Supõe-se que a seda tenha sido descoberta por volta de 2.640 AC, por uma princesa chinesa.
SINTÉTICOS, FIOS: os fios sintéticos são obtidos através de processos industriais químicos os quais originam polímeros químicos transformados posteriormente em fibras sintéticas. Este fio pode ser constituído por um alto número de filamentos, sendo sua classificação feita através do sistema DTEX (peso em gramas de cada 10.000 metros de fio).
SOFT: foi planejado e desenvolvido com o objetivo de proporcionar ao usuário leveza, mantendo a temperatura do corpo em equilíbrio, garantindo conforto térmico. Indicado especialmente para vestuário de inverno e roupas esportivas.
STONE WASHED: acabamento obtido em peças (artigos) já costurados e tingidos ou estampados, através de lavação industrial das peças na presença de pedras ou enzimas. Resultam artigos com aspecto "usado.
STRETCH: palavra inglesa que significa esticar. É aplicável a tecido com elasticidade obtida através de filamentos de poliéster texturizado ou de fibras.S
UPLEX ® fibra DuPont Sudamerica S/A: é indicado para tecidos esportivos, visto que alia as propriedades das malhas de algodão, confere maciez e flexibilidade a peças confeccionadas, em adição a durabilidade e resistência do nylon (poliamida). Devido ao sistema de texturização a ar, desenvolve um toque parecido com o do algodão, aliado a vantagens das fibras sintéticas. Tecido que proporciona conforto, resistência, caimento e possui uma secagem relativamente mais rápida que outros tecidos.
SWAROVSKI, CRISTAL: cristais produzidos e lapidados uma a uma industrialmente provêm da Áustria, de mão-de-obra bastante cara, bem como sua importação. A indústria produz em média de 3 milhões de cristais por dia para atender o mercado mundial. A Hering aplica os cristais por processos manuais e termocolantes e em sua coleção utiliza em várias peças. Os artigos com os cristais podem ser lavados em máquina comum. Nos Estados Unidos também existem estes cristais conhecidos como Rhine Stones, que são um pouco menos encarecidos, sendo que estes também são usados pela empresa.
TTACTEL ® fibra DuPont Sudamerica S/A: tecido 100% poliamida é um tipo de microfibra o qual sua estrutura possui fios texturizados a ar que o capacita ser de alta secagem e alta transpiração. A fibra possui padrão internacional de qualidade dos fios DuPont. O tactel é um tecido que não retém o suor e seca rapidamente quando exposto ao sol; por isso é muito utilizado para calções e shorts de banho na coleção Hering Basics de Verão.
TELA: construção de ligação do tecido plano, caracterizada pela simetria da distribuição dos fios na proporção 1 fio por 1 fio (entre urdume e trama). Esta construção em tela plana proporciona uma superfície plana e regular.
TENCEL: nome fantasia da fibra liocel. Fibra celulósica proveniente da polpa de madeira de árvores que são constantemente replantadas e o processo químico utiliza um solvente totalmente reciclável, por isso chama-se de uma fibra Ecologicamente Correta.O liocel representa a grande novidade entre as matérias primas têxteis, possibilita um tecido que alia a resistência do algodão, o toque e a maciez da seda e o perfeito caimento e frescor das fibras celulósicas. A Cia. Hering utiliza a fibra em misturas com o algodão e a lycra, por exemplo, proporcionando malhas com caimento e frescor necessários para a coleção de Primavera/Verão 2002.
TEXTURIZAÇÃO: a texturização é obtida com a união de filamentos contínuos e tem o objetivo de fornecer ao fio, melhor textura e aparência aumentando o aquecimento e a absorção e diminuindo a possibilidade de formação de pilling (bolinhas que se formam sobre o tecido).
TERMOCOLANTE, ETIQUETA: etiqueta pronta que é colocada através de uma prensa térmica. A Hering possui hoje 8 prensas térmicas para atender o número de lote solicitado.
TOP: do inglês (alto, topo) é a parte de cima de qualquer roupa, miniblusa, jaqueta, camiseta, etc.
TOQUE DO FIO: o toque do fio OPEN END é muito inferior ao dos fios ANEL. Isto ocorre em função das características construtivas descritas acima. O amaciante não consegue a mesma penetração no interior do núcleo do fio, quando comparado com o ANEL.
TRAMA, FIOS DE: fios horizontais do tecido plano.
TRICOLINE: tecido de construção de tela com a leveza e a resistência do algodão penteado mercerizado, atende a um mercado cada vez mais sofisticado e exigente em tecidos leves, especialmente nos segmentos de camisaria.
TWIN-SET: conjunto, blusa e um casaco de material ou padronagens iguais.
UURDUME, FIOS DE: fios verticais do tecido.
UTILITY / CARPENTER: são modelos baseado nos estilos dos uniformes de serviço e utilitários. Com base em modelagens amplas e confortáveis dando um efeito de roupa casual.
VVISCOSE / MODAL / LYOCEL: fibra artificial de polímero natural, proveniente de celulose regenerada a partir de algodão ou polpa de madeira. As fibras Modal e Lyocell são subcategorias da viscose.
Se você tiver algo para acrescentar, discutir ou sugerir, envie-nos por e-mail, pois a idéia é criar um fórum para discutirmos o assunto. O e-mail para contato é sac@hering.com.br
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASRibeiro, Luiz Gonzaga; Introdução à Indústria Têxtil; Rio de Janeiro; CETIQT/SENAI; 1984.Alves, Kleber Mariano; Tecnologia de Fiação; Santa Catarina; SENAI/Blumenau; 1999.Ster, Rhodia; Manual técnico de Fiação; Tecnologia Têxtil.Informações cedidas pela equipe de Engenharia Têxtil da Cia.Hering.
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segunda-feira, 8 de setembro de 2008

domingo, 7 de setembro de 2008






FIGURINOS

Figurino
“Vestidos e mantas confeccionados, sedas, altas novidades”.
Modelos inéditos, preparados com antecedência e mudados freqüentemente, são apresentados em salões luxuosos aos clientes e executados após a escolha, em sua mediadas. Revelação no processo de criação, que foi acompanhada, ale disso de uma inovação capital na comercialização da moda e de que Charles-worth é ainda o iniciador, os modelos, com efeito, são usados e apresentados por mulheres jovens, os futuros manequins, denominados na época “sósias”. sob a iniciativa de worth, a moda chega a era moderna, tornou-se uma empresa de criação mas também de espetáculo de publicitário.

A era dos impérios, Europa e os estados unidos no século XIX.
Da década de 1880 ate o ano de 1914, os europeus reivindicaram a conquista rapidamente, parte da Ásia e da áfrica. Imigrantes europeus instalaram-se na América do norte e do sul, na Austrália e na nova Zelândia, estimulando as atividades comercias de seus cidadão, num neodanialismo, assim chamado para destingi-lo do” velho colonialismo “ de povoamento e exploração da idade moderna.
Esse imperialismo era aspecto da industrialização de uma nova situação, econômica na quais os europeus lutavam por matérias-primas, por mercados e áreas de investimento no século XIX, as inovações tecnológicas ampliavam a distancia entre a Europa e outras áreas, tornando os estados europeus e aos estados unidos claramente mais poderosos que a nação da Ásia e da áfrica.

As regiões subdesenvolvidas do mundo encontravam mercados para sua produção agrícola e adquiriam produtos europeus. A participação no mercado mundial proporcionava riqueza para alguns setores sócias , mas significava dificuldades para muitos outros , bem como a perda de costumes tradicionais .
Ela significou quase a escravidão para as índias que extraiam látex as margens do orinoco, na América do sul, e para os africanos com a mesma atividade as margens do congo.
Aumentar a produção agrícola para entende os mercados europeus frequentemente criava novos problemas. A produção de café ou anil em larga escala para a exportação, levou a redução de área dedicada ao plantio de alimentos e, com isso, a queda no abastecimento de gêneros alimentícios.
Embora a Inglaterra tivesse se industrializado primeiro, suas vantagens no comercio mundial estavam diminuindo a cada dia, pois outras nações começavam a competir.
Os industriais ingleses defendiam os novos impérios argumentando que a Inglaterra perderia terreno na luta pela sobrevivência e seria superada por nações, como a Alemanha ou estados unidos, que já a estavam deixando para trás na produção de mercadorias essências, como carvão, ferro e aço.
Competir, vencer, imperar, as imagens de juventude e vitalidade, de sobrevivência e decadência, de competição entre os capazes e a incapaz parte da linguagem do darwinismo social. permeada de alusões e conflito á superioridade ou inferioridade dos povos

EPOCA DA INOCENCIA

O filme foi laureado, na categoria de Melhor Figurino, para Gabriella Pescucci.
Recebeu ainda outras quatro indicações, nas categorias de Melhor Atriz Coadjuvante (Winona Ryder), Melhor Roteiro Adaptado (Martin Scorsese e Jay Cocks), Melhor Direção de Arte e Melhor Trilha Sonora.
Elenco principal: Daniel Day-Lewis, Michelle Pfiffer, Winona Ryder

1) A história do filme nos mostra uma critica clara a burguesia de nova York, uma drama na década de 1870, fim do século XIX, revela mentiras fachada de felicidade, que muitas vezes escondia problemas pessoais, familiares e profissionais, tudo como aparência.
A Época da Inocência mostra a união de duas famílias tradicionais nova-iorquinas que vão se casar dentro de um ano entre Newland Archer com a doce May Welland, da alta sociedade.
Relata a condessa Ellen Olenska, onde ao se afastar do seu marido, volta para Nova York a fim de cuidar do divorcio. E ao encontra sua prima May, que sabe do ocorrido e pede para seu noivo Archer tomar conta da separação.
No filme a burguesia esta sofrendo com as aparências com o ideal moral, contenção e moderação estavam entrando em choque com a realidade de fartura econômica.
Muitos nortes americanos ganhavam tanto dinheiro e tão rápido e acumulavam riqueza por si só como mostra a ética.
Deste modo, a burguesia passou a buscar o estilo de vida da antiga da aristocracia dos nobres europeus. Os costumes se refletiam em relaxar em sua casa de campo, praticando esportes em grandes clubes, ou freqüentando o teatro, concertos e operas, mostrado no inicio do filme.
Mas a principal forma que os burgueses encontraram para mostrar seu status, através de sua casa, maguinifica, luxuosa e adornada.
Em suas casas eles podiam viver mantendo ilusões de uma alegria que vai passando de família para família, também todos os problemas e contradições na sociedade em esquecidos ou eliminados artificialmente. No filme mostrou, outra condessa que em sua casa deixa fechado seu salão de baile durante 364 dias do ano, abrindo somente uma vez para a sociedade convidada.
As mobílias luxuosas eram mostradas e exibidas durante jantares, que eram verdadeiros banquetes, onde no filme mostram por varias vezes escolhendo talheres e louça cardápios e tudo mostrado com detalhes para serem apreciados.
Em um deles Archer foi convidado pelo pai de sua noiva e aos membros da alta sociedade. É preciso entender que nessa residência a vida privada era quase inseparável da publica, pois a função era política e diplomática e cada gesto era calculado para se adequarem as normas de etiquetas e educação, a serem conquistados contatos e influencias.
Sua noiva May segue como padrão de moral, sendo exigida que sejam virgem, e solteira para se casar, já as mulheres casadas tinham que ser fieis e submissas numa estrutura patriarcal.



A condessa Olenska era como se fosse uma mulher diferente que procurava quebrar esses padrões morais da época procurando o divorcio para sua independência e liberdade.
Mas a alta sociedade não aprova e condena se isto ocorrer. Ser casada era uma honra, uma tradição, a mulher divorciada era mal vista.
Com o andamento do caso, a atração de Archer vai aumentando, marcando encontros, escondidos, porem a reputação da condessa que era mais comprometida, com isso ela resolve se afastar, antes do casamento da prima, foram muitos encontros e desencontros, veio à lua de mel em Paris, passou-se algum tempo depois, ele reencontra a condessa, com isso resolve dar um tempo na relação com sua esposa e viajar. E é quando sua esposa chegando de um concerto diz que espera um filho.
Ele guarda a chave do encontro e com muita tristeza, aceita o que a esposa lhe diz.
Deste modo passou o tempo os filhos cresceram, as aparências continuaram, e veio a falecer a sua esposa com uma doença. O filho mais velho formado em advocacia escutou o que a mãe lhe disse no leito de morte e explicou ao seu pai tudo que fora dito e que a sua esposa não deixou transparecer, mesmo sabendo que seu marido tinha uma pessoa que a amou, e quem era.
Foi marcado um encontro mas no ultimo momento ele já não quis mais.
Fim.

2) Analise do figurino.

A principio foi visto no concerto muitos da alta sociedade, homens separados de mulheres;
Mulheres com muitas jóias gargantilhas e vestido volumosos, decotes bem composto mostrando somente os ombros, como acabamento de alguns vestidos tinha uma espécie de gola, era grande e levantada, nascia nos ombros, contornava a nuca e ficava afastada do pescoço, foi muito usada em vestidos de baile da época.
Tira comprida e larga de tecido usada em torno da cintura ou dos quadris. No século XIX, faixas de tecidos luxuosos eram usadas na cintura de VESTIDOS DE BAILE. No século XX, vem sendo empregada de maneira formal e informal, tanto na cintura quanto nos quadris.
E é um sapato fechado, com salto baixo ou médio e uma linha que se afina em direção ao bico. É muito usado desde seu lançamento, embora a cada década a moda dite o tipo e altura do salto
o escarpim.
A silhueta em S entrou em moda. Era obtida graças a roupas íntimas apertadas, formando um busto grande, projetado para a frente, e uma cintura achatada e fina; nas costas, em contrapartida, as nádegas ficavam projetadas para trás, culminando em saias rodadas e fluidas. Em geral franzidas e elevadas sobre uma ANQUINHA. O artifício que criava essa silhueta era um ESPARTILHO, cortado para ser usado sobre a parte inferior do busto e estendido sobre os quadris. Quando bem apertado, estreitava a cintura e projetava o busto e as nádegas. Foi usado até o início da década de 1900.



Para o dia usavam Spencer - Tendo surgido na Inglaterra no século XVIII, o spencer era um casaquinho masculino curto, que ia até a cintura e tinha abotoamento simples ou duplo. No início do século XIX, foi adaptado às mulheres, ou como um casaquinho curto que terminava logo abaixo do busto, usado ao ar livre; ou como um casaquinho para a noite, usado dentro de casa, sobre um vestido. Era decotado, podendo ter mangas ou não. No final do século XIX, o spencer evoluiu para uma peça sem mangas, de lã ou flanela, geralmente usada como agasalho sob um paletó ou casaco.
Tailleur - Costume composto de casaco e saia que se tornou popular a partir da segunda metade do século XIX.
Luvas sempre para compor um modelo, de cores diferente, de tecidos diversos e ate de renda.
Chapéu combinado com a ocasião, somente usado do lado de fora
Véus de tule ou de renda presos ao CHAPÉU DE PALA foram muito usados em todo o século XIX. Mais para o final do período com o advento do automobilismo, os véus eram usados sobre um chapéu e amarrados sob o queixo, caindo sobre as costas, funcionando como guarda pó. Algumas versões possuíam uma abertura para os olhos. Na década de 1890, véus salpicados com POÁS de chenille estiveram em voga. Pesados véus de luto, de crepe, foram usados durante todo o século XIX. No século XX, foram gradativamente abandonados, embora véus curtos que cobriam apenas os olhos e metade do rosto continuassem populares até a década de 40. A moda de véus brancos e longos para noivas perdura desde o século XIX.
Os guarda-sóis começaram a ser usados como acessórios funcionais e elegantes. No século XVIII, eram muito enfeitados e, às vezes, adornados com renda dourada. Nos séculos XVIII e XIX, vários guarda-sóis possuíam cabos de marfim trabalhados e forros de seda, com franjas e babadinhos. Foram raramente usados após a Primeira Guerra.
A princípio, utilizava-se o guarda-chuva como proteção contra chuva e sol, indistintamente. No século XVI, era feito de couro e, depois, de tecidos cada vez mais leves, até surgirem as sombrinhas de renda macia e de tule, no século XIX. Nessa época, fez-se distinção entre o GUARDA-SOL, peça leve usada pelas mulheres, e o guarda-chuva, peça mais resistente usada por homens e mulheres. No final do século XIX, sombrinhas leves, especialmente criadas para as mulheres, começaram a aparecer. Em geral, são peças funcionais; mas em certas épocas, quando feitas com cabos entalhados ou adornados, tornaram-se um acessório mais importante e foram produzidas em cores alegres.
Bolsa - Saco levado na mão, de qualquer formato, tamanho ou material, seguindo as tendências da moda. Tem os lados achatados ou arredondados (sendo fechada em cima com ZÍPER ou fecho de pressão), reforços internos e bolsos do lado de fora e dentro. Do latim bursa, as primeiras bolsas foram as RETICULES dos séculos XVIII e XIX.










Em meados da década de 1850, as viagens criaram a demanda de bolsas que pudesse ser carregadas na mão e fossem espaçosas e resistentes o bastante para levar artigos pessoais. Mais para o final do século, CARTEIRAS pequenas e finas entraram em moda, seguidas por bolsas enormes, que foram motivo de muita zombaria. As despojadas roupas do início do século XX deixavam pouco ou nenhum espaço para carregar objetos grandes, e desde aquela época as bolsas tornaram-se importante acessório de moda. Toda década presencia novas formas e estilos, e o desenho de bolsas, como o de outros acessórios, é influenciado por movimentos artísticos.
Em uma das senas a condessa Oleska estava na casa de campo e usava uma sobrecasaca com gola de pele formas, mas basicamente era uma casaco que tinha mangas compridas, que chegava aos joelhos.
Nas saias eram usadas na parte de trás Anquinhas, que eram enchimentos de cortiças, penas ou outro estofo usado sob a saia e preso às costas sob a linha da cintura, servindo de base sobre a qual o tecido da saia é pregueado ou drapeado. A anquinha proporcionou o formato da saia predominante nas décadas de 1860 e 1870. Também era usada sob saia uma cesta de madeira, aço ou barbatana de baleia amarrada na cintura e vergada sobre os quadris. Algumas anquinhas eram feitas de molas metálicas.
O leque dobrável chegou à Europa graças ao comércio com o Oriente no final do século XV ou início do século XVI. Atingiu o ápice da popularidade e elegância no século XVIII, quando muitos leques eram pintados à mão e mostravam figuras mitológicas e bíblicas, bem como pássaros, animais e flores em cenas pastorais. No século XIX, a estamparia sucedeu à pintura, e lançaram-se muitos leques comemorativos. Perderam a popularidade depois da virada do século XX. Eram feitos de sândalo, marfim, madrepérola e CASCO DE TARTARUGA; as varetas recobriam-se de PLUMAS, peles de animais, seda, papel e renda. Os leques eram usados tanto de dia quanto à noite, embora, na segunda metade do século XIX, tenham sido mais comuns à noite.



















O homem nos eventos como concerto e baile usava um Smoking - Originalmente um paletó de seda, veludo ou brocado, adornado com botões, que os homens usavam para fumar em casa ou reuniões íntimas na segunda metade do século XIX. No final do período já havia se transformado num paletó formal, de noite, em tecido preto ou azul escuro. Por volta dos anos 20, transformou-se num jaquetão toalete. Usava-se com uma flor no bolso superior lado esquerdo.
Usava-se uma tira fina em volta do pescoço como uma gravata para segurar o colarinho e passou também por uma tira larga usada em volta do pescoço e drapejada ou entrelaçada com esmero sobre o peito, usada pelos homens nos séculos XVIII e XIX. A versão estreita, geralmente usada sob o colarinho de uma camisa, desenvolveu-se no final do século XIX, sendo peça essencial do traje formal masculino desde então.
Luvas para se proteger do frio e quando entravam em bailes deixava-se na entrada com os criados e davam-lhe outra para ser usada durante o baile geralmente pelo homem na cor branca, porem no lado de fora usavam luvas de couto e veludos.
Sempre usavam chapéus fora de lugares fechados, para se proteger do frio e para compor um traje, tanto de dia quanto a noite.
Usava relógio com uma corrente pendurada no bolso.
Por baixo do paletó usava-se um colete. Tendo surgido na Inglaterra no século XVIII, o spencer era um casaquinho masculino curto, que ia até a cintura e tinha abotoamento simples ou duplo, também eram usados com um colete por baixo.
Camisas com abotoaduras e os ternos tinham três botões nas mangas.
Usou-se no filme um tipo de sobre casaco com gola de animal, para o masculino também.
As Calças eram peça externa que cobre o corpo desde a cintura até os tornozelos, com duas partes separadas envolvendo as pernas. De uma forma ou de outra, as calças vêm sendo usadas pelo homem desde a Antiguidade. Os calções do início do século XIX, os KNICKERBOCKERS e as pantalonas são os parente mais próximos das calças modernas. Calças retas que iam até os tornozelos começaram a surgir no início da década de 1800, mas apenas no final do século XIX foram consideradas uma vestimenta aceitável para homens. Na mesma época, calças para a noite, em tecidos esmerados, entraram em moda, e os homens vestiram OXFORD BAGS de pernas largas. Todas usadas em ocasiões informais.
No final o ator usava um, Casaco à prova de água que foi sendo desenvolvido no decorer do século XIX. Em 1823, o químico escocês Charles MACINTOSH patenteou um tecido de lã impermeável. Dezesseis anos depois, Charles Goodyear, dos Estados Unidos, lançou a borracha vulcanizada. Joseph Mandleburg, de Lancashire, Inglaterra, resolveu o problema do cheiro de borracha nos tecidos de lã à prova de água e, em 1851, lançou o primeiro casaco impermeável sem odor. Os primeiros modelos do final do século XIX eram peças volumosas, que iam do pescoço aos tornozelos e destinavam-se a manter a pessoa completamente seca. No século XX, a moda adaptou o mackintosh para diversos modelos, inclusive o TRENCHCOAT civil e a CAPA DE CHUVA. Misturas de algodão e (mais adiante no século) misturas sintéticas foram usadas para fazer casacos impermeáveis. Também conhecido como mac. Ver também BURBERRY.
E também uma bengala.



Bibliografia:
REVISTA VOGUE/ de julho de 2007 / especial com Winona Ryder/ na capa
Site / www.ocisco.net.
O IMPERIO DO EFÊMERO/ A moda e seu destino nas sociedades modernas/A moda e o Ocidente: o momento aristocrático.